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Abuso publicitário


“Entre o abecedário e a tabuada, estudantes menores de 12 anos estão recebendo nas escolas privadas do Chile um bombardeio de propagandas feitas por empresas multinacionais, como a Claro, do setor de telefonia, a Monarch, fabricante de bicicletas, e a Nestlé, gigante mundial produtora de alimentos.


Os banners, jingles e outdoors aparecem entre diálogos de personagens infantis e inseridos em exercícios de leitura em voz alta. As editoras do Chile dizem não receber nada pela propaganda e o Ministério da Educação define o conteúdo como exemplos de textos autênticos e de circulação nacional. Em alguns livros, os anúncios aparecem em página inteira. Em outros, sites de empresas privadas estão indicados no final das lições, como sugestão de leitura para os estudantes.

Em um dos livros, o enunciado convida o estudante a cantar: “Meu primeiro Claro (celular) a forma mais legal de falar com meus amigos”. “Meu primeiro Claro é estar longe e me sentir em casa”. “Se fala Claro, é claro que tem mais”. O conteúdo é apresentado como um modelo de texto publicitário para alunos da 5 série.”

[Fonte: diarioliberdade.org. Colaboração de Tiago Rigaud] 
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