Chutebol na Copa!
Caros (as),
— Andrea, eu já não pedi pra você não trazer trabalho pra casa?
— O que eu posso fazer? A bola insiste em vir junto. Ela não larga do meu pé.
— Se você não tratasse ela tão bem…
— Eu tento me livrar dela, Deborah, mas ela sempre volta. No campo também é assim. Eu passo ela pros outros, com o maior cuidado para não magoá-la, mas não adianta. Quando vejo, ela está comigo de novo. Mesmo quando eu estou longe da jogada, ela me procura. Precisa passar sempre por mim, senão fica nervosa, fica confusa, não sabe o que fazer…
— Ela ama você, Andrea.
— Eu sei, eu sei…
— E o amor é recíproco, confesse.
— Não, não. É que…
— Não negue. E só vou dizer uma coisa. Ela ficar paradinha do lado da nossa cama, de noite, eu ainda aguento. Mas da próxima vez que ela tentar entrar sob as cobertas do seu lado, eu chuto!
— Pobrezinha, Deborah!
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5 Comentários
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Caríssimos, Trago para o blog trechos interessantes de um livro [...]
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Na convivência com adolescentes, é comum percebermos uma espécie de retorno de alguns comportamentos infantis que já poderiam ser dados como resolvidos, ou amadurecidos.
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boa Rodrigo!
bjs
Mirian&Luca
Valeu!!
Um curto mas significativo conto que me remete a muitas situações já vividas. Um abraço.
Pois é caro Nahman – imagino!
Grande abraço!
Mt boa!!!
Abc