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Curtas, mas Importantes

Fragmentos de duas matérias que, mais uma vez, dão respaldo ao nosso trabalho:

1) “Aulas de educação Física defasadas afastam os alunos

O professor de Educação Física não deve abrir mão do prazer dos alunos nas suas aulas. O profissional competente não pode fazer do seu espaço de aula um momento de frustração. (Prof. Sérgio Tavares – Universidade Castelo Branco).
Paulo Farinatti, professor do Laboratório de Atividade Física e promoção da Saúde da Uerj, (…), diz que somos fisicamente ativos quando gostamos de uma atividade (…) e porque é fácil praticá-la. Daí a necessidade de repensar programas (…) que enfatizem o rendimento momentâneo, a competitividade exacebrada e o desporto exclusivamente.”

(O Globo, Ciência/Saúde, 25/05/08)

***

2) ” Aventuras e desafios mirins – ótimo como recreação, esporte não deve ser encarado como obrigação pelas crianças

(…) Um número cada vez maior de crianças participa de competições esportivas como se fossem atletas adultos. De acordo com a Academia Americana de Pediatria, aos 15 anos, 75% dos adolescentes que disputavam provas competitivas haviam desistido por falta de interesse. Para especialistas em medicina desportiva, antes dos 13 anos o esporte deve ser recreativo, sem estimular o desempenho obrigatório. Caso o contrário, além de lesões, meninos e meninas podem se sentir frustrados e desistir da atividade física ainda muito cedo.

(…) Na maioria dos casos, segundo o Pediatra Ricardo Barros, os pais tentam influenciar os filhos, e isso costuma ser prejudicial, porque o grau de exigência é muito grande, com objetivos pré-determinados. Uma das consequâncias é o abandono precoce da atividade física. A escolha deve ser feita com o objetivo de prazer e não de resultados, de acordo com o Grupo de Trabalho em Pediatria e Medicina Desportiva da SBP.”

(O Globo, Ciência/Saúde, 08/08/2008)

Aquele abraço, saudações esportivas
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