

Torneio Interno Junho / 2025
Prezados/as,
Seguem, abaixo, o registro e as fotos do Torneio Interno de Junho/2025!
Confira nosso álbum em: Torneio Interno Jun/25
Categoria sub-14

Campeão: Vasco da Grama

Vice-Campeão: Exclamação

3o lugar: Muralha Amarela

4o lugar: Bolonhesa
Craque do Torneio: Pedro Muratti
Artilheiro: Pedro Muratti
Medalha Raça: Arthur Vianna
Melhor Goleiro: Diego Bastos
Gol de Placa: Felipe Águas
Revelação: Henrique Lent

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Categoria sub-11

Campeão: Alfaces FC

Vice-Campeão: Redondo FC

3o lugar: Lions FC

4o lugar: Camisas

5o lugar: Loud

6o lugar: Tigres

7o lugar: Azulões

8o lugar: Vinho FC
Craque do Torneio: Vicente Paret
Artilheiro: Martin
Medalha Raça: Davi Peixoto
Melhor Goleiro: Guilherme Regaleira
Gol de Placa: Vicente Paret
Revelação: Enzo Frahia
Fair Play: Nando
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Categoria sub-9

Campeão: Espinafre FC

Vice-Campeão: Laranjas

3o lugar: Serpentes FC

4o lugar: Humilhante FC

5o lugar: Bayern de Mochila

6o lugar: Tomate FC
Craque do Torneio: Rafael Luca
Artilheiros: Tomás Isaac e Rafael Luca
Medalha Raça: Pedro Henrique
Melhor Goleiro: José Llerena
Gol de Placa: Rafael Luca

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O Torneio Interno de Junho é uma etapa muito querida por nós!
Funciona como um termômetro das aprendizagens, e é um contato mais forte com o frio na barriga – saber competir é uma baita aprendizagem!
É muito comum os adultos (familiares e responsáveis), para tirar o peso da competição, dizerem às crianças que ‘não importa vencer’, ou ‘vai lá só pra se divertir’. É compreensível essa busca por tranquilizar a criança e o adolescente, mas fica meio irreal pra eles.
Os treinadores cobram, o clima é de competição, eles mesmos cobram o desempenho uns dos outros – e que bom!
O que fazemos é dar um contorno: ético, emocional e, claro, desportivo.
Não se trata de não se importar com a competição, ou de ficar desesperado com ela; mas de construir um caminho no qual a criança se sinta cada vez mais segura para jogar, errar e acertar, viver enfim todo o caldeirão de emoções que se vive numa hora dessas!
Uma competição infanto-juvenil deve, necessariamente, ser diferente de uma competição adulta, se estivermos falando sobre educar e formar pessoas.
Eles aprendem, por exemplo, que alguns jogadores funcionam como ‘base’ do time, e revezam menos na reserva, ou mesmo não revezam se o jogo não der oportunidade; são jogadores que mantém a estrutura competitiva da equipe, e isso depende por exemplo da idade; do nível de habilidade e força; do entendimento do jogo.
Na média, muitos jogadores experimentam, com o passar dos anos no projeto, a possibilidade de ocupar esse lugar.
Outros, vão revezando mais, de acordo com as possibilidades de cada um. Isso tranquiliza cada jogador em relação ao que está sendo exigido dele. Aliás, servir de base da equipe acaba por se tornar uma conquista.
Agradecemos demais ao calor da arquibancada, às palavras de carinho e incentivo – e vamos com tudo para o restante do ano!
Vem mais por aí!
Aquele abraço, saudações esportivas
