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Resultados: Finais da Copinha 2022

Prezados Torcedores Responsáveis,

Seguem abaixo, os resultados e comentários das eletrizantes finais da Copinha do Mundo 2022!

Nosso álbum está completo no link: Álbum Copinha 2022

Espanha 3×0 Catarsemifinal sub-12

A Espanha dominou as ações do jogo. Com ótimo toque de bola e buscando as linhas de passe como treinamos, após algumas bolas na trave conseguiu abrir a vantagem. É uma equipe que, ao longo da competição repetiu esse padrão: muita movimentação e intensidade, criando sempre muitas chances – e pecando outras tantas na conclusão, para aflição de sua apaixonada torcida.

Não tivemos a superioridade ameaçada na partida, e os gols foram saindo naturalmente, com ótima atuação coletiva e destaques individuais. A goleada poderia ter sido maior, e fomos para a finalíssima com confiança e credenciais das boas atuações.

Espanha 1×2 Equadorfinal sub-12

Em nossa avaliação, o nervosismo de uma final fez com que a Espanha não conseguisse reproduzir o futsal de troca de passes, que vinha envolvendo os adversários durante o campeonato. Os jogadores sentiram o jogo decisivo, no sentido de não ficarem tanto com a bola, e assim tivemos dificuldades para superar a forte marcação do adversário, que se postava muito bem e abriu o placar num chute de longa distância.

Ainda assim, permanecemos na partida, que ficou bastante equilibrada e, se não estávamos conseguindo impor nosso padrão habitual, igualamos na vontade, na disposição e nas tramas mais simples. Num escanteio ao final da partida, empatamos e o ginásio explodiu!

Quando a partida parecia se encaminhar para as penalidades, nosso goleiro Diego, que pegou muito durante toda a competição, sofreu um gol fácil, numa infelicidade. Foi importante conversar com ele sobre a necessidade de manter concentração total, em especial nestes momentos decisivos.

O saldo da Espanha foi considerado amplamente positivo, com a finalíssima sendo decidida num detalhe!

Parabéns, Vice-Campeões!!

Sérvia 2×1 Suíça semifinal sub-10

Nossas duas equipes entraram para decidir quem passaria à final. É dureza jogar contra os colegas de clube, mas não teve compadrio!

A Suíça, em sua melhor exibição no torneio, demonstrou maturidade e notável evolução técnico-tática. Ciente que enfrentavam uma equipe tecnicamente mais forte, os suíços se mostraram concentrados desde o primeiro minuto com muita disciplina na execução da proposta de jogo – e foram premiados com um golaço-aço-aço de Vinícius Pennafort. Um balaço no  ângulo!

No segundo tempo, a Sérvia melhorou com algumas trocas de posição e partiu pra cima em busca do empate. Pressionaram a Suíça, que acabou perdendo o poder de marcação também pela exigência física (cansaço). Os dribles de Tom começaram a aparecer mais na partida e foi assim que, em duas oportunidades, encontraram Rafael Ayala – que empatou e, já no final, com sua canhotinha precisa, virou para a Sérvia! Haja coração!

Linda campanha da Suíça e um jogo a mais para a Sérvia: a grande decisão!

Sérvia 1×3 Alemanhafinal sub-10

As duas melhores equipes da competição, segundo a pontuação e também a avaliação geral, chegaram à final. Muitas vezes essa suposta justiça pode não acontecer, mas os dois times mostraram em quadra como chegaram até ali – apresentaram um futsal infantil de alto nível.

A Sérvia procurava as saídas pelo lado esquerdo, mas sofria com o forte bloqueio da Alemanha. O jogo era muito parelho, estudado, um jogo com propostas. Nossa marcação individual funcionava bem, mas faltava acertar o último passe antes de finalizar.

Na volta do segundo tempo, o comando do treinador era claro: sair a bola com Tom, apostar no seu primeiro drible para quebrar uma linha de marcação, drible esse sempre protegido por Lucas Verbicário, que fazia ótima partida na cobertura de nossas investidas ao ataque. Foi assim que encontramos novamente ele, Rafael Ayala, que soltou a bomba e abriu o placar! Éramos melhores a essa altura, com maior volume de jogo.

A partir daí a Alemanha pressionou , mas nos mantínhamos firmes na proposta, com uma pequena alteração: Tom estava cansando daquele vaivém, e o comando foi o de passar a usar mais a bola longa em Rafael, pois estávamos entrando nos minutos finais.

Levamos o gol de empate num chute de fora da área e, numa desatenção ao pedido do treinador, a bola saiu pelo chão mais uma vez, quando visivelmente aquele caminho estava fechado. Acertaram outro balaço no ângulo e, no desespero de empatar, levamos o terceiro. Foi duro.

Ao nos postarmos para receber as medalhas, no entanto, o espírito de Vice-Campeão pôde se apresentar: a torcida aplaudia, e os jogadores devem ter ficado muito orgulhosos pela brilhante campanha que fizeram!

Parabéns, Vice-Campeões!!

E assim chegamos ao final de mais uma Copinha.

Quem acompanhou pôde perceber a evolução da meninada. Alterações táticas, mudanças de planos de jogo em meio a decisões, só podem ser consumadas quando as aprendizagens estão assentadas; quando as emoções podem ser digeridas e quando, claro, familiares e profissionais respeitam o tempo e as condições da infância.

Fica o nosso agradecimento por tanto carinho recebido e, mesmo com a dor das derrotas em duas decisões, mantivemos um bom hábito: estamos sempre participando das finais. Um vice-campeonato é muito valioso para nós nessa difícil competição – que dirá dois!

Para além dos resultados, seguimos defendendo um estilo, uma ideia: de futebol, de esporte, de infância – um jeito de estar no mundo.

As construções das jogadas, o trabalho em equipe, o olhar de cada um daqueles meninos nos dizem que eles foram grandes.

Fomos, todos nós.

Ano que vem, tem mais!

Aquele abraço, saudações esportivas

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