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Chutebol contra a covardia

Caros (as),

O blog CHUTEBOL aposta na solidariedade, no afeto e na escuta atenta da criança, contra o que se chama hoje ‘bullying‘, mas que na verdade sempre existiu. Bullying nada mais é do que uma espécie de covardia, de ataque a alguém considerado frágil, ou apenas diferente.
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A criança/adolescente que sofre com a perseguição e a covardia de outras crianças muitas vezes fica em dificuldade de comunicar seu sofrimento. Não quer ser vista como frágil e, além disso, teme que sua queixa provoque reação ainda mais agressiva daqueles que a atacam.
Assim, sinais de timidez excessiva, dificuldade em comunicar seus sentimentos, um certo não querer falar das coisas, podem se transformar numa rotina, e a criança acaba se convencendo de que o mundo ‘é assim mesmo’. Não, não é.
Cabe aos adultos presentes a sensibilidade e a possibilidade de uma escuta mais atenta. A desqualificação do sofrimento da criança, por parte do adulto, pode ser mesmo o agente de maior impacto, pois aquele que deveria ser capaz de protegê-lo/escutá-lo (a), o desqualifica.
Numa sociedade narcisista como a nossa, aonde a diferença não é bem vista, normalmente sofrem aqueles que não se enquadram nos padrões de beleza, consumo e potência da dita pós-modernidade. É preciso gritar, expressar-se, reagir. Uma sociedade que não enxerga a beleza da diferença fatalmente sucumbe ao mito de Narciso, aquele mesmo que, apaixonado por sua própria imagem, acaba por suicidar-se…
Aquele abraço, saudações esportivas
This Post Has One Comment
  1. Caro Rodrigo,

    Como o Pedro já informou-lhe pessoalmente, ele está iniciando o Ensino Médio no Cap/UERJ e a carga horária aumentou muito, ocupando as tardes de terça, quarta e sexta-feiras, o que, infelizmente, tornou incompatível a continuação dele no seu grupo de futsal do Clube Militar da Lagoa.

    Gostaria de dizer que ficamos bastante satisfeitos pelo seu trabalho durante a permanência de nosso filho sob sua orientação.

    Agradeço seu empenho e entusiasmo pelo ensino de futebol para as crianças e faço votos que continue assim.

    Atenciosamente,
    Douglas Merquior.

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